Blog de humbertocmoreira


GILBERTO GIL EM MACAPÁ

      "Certas canções me alcançam, cortam-me a alma sem dor, que perguntar carece como não fui eu que fiz". Milton Nascimento acertou em cheio. É como ouvir certas canções de Gilberto Gil, que esteve entre nós na condição de ministro. Lí sobre a vinda do baiano a Macapá, mas não me interessei muito pela programação. Afinal, essa história de assinatura de convênio é um negócio chato pra cacete.

Prefiro lembrar de Gil quando ele canta:

"Se os frutos produzidos pela terra

ainda não são tão doces e polpúdos quanto as peras

da tua ilusão

amarra teu arado a uma estrela

e os tempos darão

safras e safras de sonhos

quilos e quilos de amor

noutros planetas risonhos

outras espécies de dor



 Escrito por humbertocmoreira às 22h01 [] [envie esta mensagem] []






A BANCA DO DISTINTO

                                           Billy Blanco

Não fala com pobre

não dá mão a preto

não carrega embrulho

pra que tanta pose doutor

pra que esse orgulho

a bruxa que é cega esbarra na gente

e a vida estanca

trombose de pega doutor e acaba essa banca

a vaidade é assim

põe o bobo no alto e retira a escada

mas fica por perto esperando sentada

mas cedo ou mais tarde ele acaba no chão

mais alto o coqueiro maior é o tombo do coco afinal

todo mundo é igual quando a vida termina

com terra por cima e na horizontal



 Escrito por humbertocmoreira às 21h50 [] [envie esta mensagem] []






NÃO FOI UM AVC

   Entro na agência bancária e as pessoas me olham surpresas. A imprensa tem isso. De repente você vira conhecido sem conhecer a maioria. Noto pelo olhar que muita gente gostaria de perguntar porque estou de muletas. Algumas falam comigo, mas não perguntam diretamente. Dá ´pra perceber uma senhora que indaga a um outro sujeito: "Foi um AVC? Coitado, ainda tão cheio de vida".

No estádio a mesma coisa. Mas lá os mais chegados conjecturam de modo diferente: "Foi na pelada? Não se preocupe que logo você vai estar jogando a sua bolinha". Ora, já não jogo bola há mais de 20 anos. Quando dá vontade entro em detalhes e explico que a artrose significa ter a cartilagem que envolve a cabeça do osso desgastada. Isso quer dizer que meus amortecedores já não funcionam como antes. Aí me ponho a pensar que andei abusando dos meus joelhos. Foram muitos bailes cantando cinco horas em pé, direto. Mais na frente, descobri um esporte que precisa muito das pernas. O mergulho esportivo tem nos membros inferiores a impulsão necessária para subir e descer abaixo da linha d'água. E teve dia da pesca começar às oito, terminando no final da tarde.

Minha mãe dizia que "quem caça o que não guarda, quando acha não conhece". Concordo com ela. Porém não quero meus movimentos de volta para ser um pé de valsa. Nunca fui um. Quero andar sem dor e poder ainda mostrar aos filhos algumas belezas que estão aí na nossa cara e muita gente não vê.

Portanto não se preocupem. Não foi um derrame. Logo logo vou estar lampeiro e pimpão subindo e descendo as ruas da minhja querida cidade.

 

 



 Escrito por humbertocmoreira às 21h41 [] [envie esta mensagem] []






AO MEU AMIGO WALTER JR

       Walter. Eu fui do aeroporto para a Clínica e fiz o mesmo percurso quando me deram alta. Nos quatro dias em que estive imobilizado de  para ouvir  as  rádios de Belém, especialmente a PRC-5 que completou 80 anos. Não vai faltar oportunidade da gente bater um bom papo. O joelho direito vai passar pelo mesmo processo na mesma clínica.

 Escrito por humbertocmoreira às 21h16 [] [envie esta mensagem] []






JOELHO NOVO

       Logo depois do carnaval uma atroz artrose abateu-se de vez sobre este escriba. O joelho entrou em colapso total, talvez devido minhas aventuras nos rios e igarapés. Por causa disso ausentei-me, já que era muito doloroso ficar sentado, atualizando estas mal traçadas. Eis que na semana passada, na Clínica dos Acidentados (Belém) submeti-me a uma artroscopia. Ainda estou capenga e em meio a uma fisioterapia braba. Porém aos poucos vou botando a cara pra fora. Desculpem a demora. Prometo voltar com todo gás.

 Escrito por humbertocmoreira às 23h27 [] [envie esta mensagem] []






RESSACA DE CARNAVAL

Joaquim França

       Meu filho, que tem sete anos, foi conhecer a terra onde nasci e na qual vivi grande parte da minha vida. Fomos (a família) passar o natal de 2007 e o ano novo em minha cidade, Macapá. Ele foi cheio de expectativas - geradas pelas histórias que lhe contei da minha infância e adolescência - e desejoso por tomar banho de chuva, nadar no rio, contemplar o imponente Amazonas na frente da cidade, conhecer a Fortaleza, a floresta, os animais, jogar futebol na lama... Estava entusiasmado diante da possibilidade de ver e sentir toda aquela beleza natural com a qual o Amapá foi abençoado.

Apesar de nossas férias terem sido ótimas, voltei para casa preocupado. Ao me deslocar pela cidade, observei certas situações que podem deixar apreensivo qualquer cidadão amapaense, que tenha um mínimo de comprometimento com o bem estar das pessoas e o futuro do nosso Estado. Certo dia, fui andando do “lugar bonito”, passando por trás da Fortaleza, pelo Trapiche (em reforma), e me aproximando do bairro Perpétuo Socorro pela orla, avistei um amontoado de barcos, um aglomerado de casebres e pessoas, pontes, muita sujeira, lixo por toda parte, miséria. Naquele momento, vindo na memória outras cenas da periferia da cidade, percebi o que está por vir: Macapá está crescendo sem planejamento urbano e sem investimentos em infra-estrutura e saneamento básico. E a julgar pelas condições que se encontram os bairros do centro da cidade, com a maioria das ruas esburacadas e sem pavimentação, sem meios-fios, sem acostamentos, cruzamentos perigosos sem semáforos, mato e lixo por todos os lados, construções mal planejadas (muitas semi-acabadas ou em ruínas), não é necessário ser especialista em urbanização para concluir que nesse crescimento desordenado Macapá não está se desenvolvendo, está empobrecendo e se “favelizando”.

As conseqüências da falta de planejamento urbano bem como de saneamento básico, principalmente nas áreas de baixadas, aliados a uma grande despreocupação com o meio ambiente por parte da população, já se refletem nas águas do nosso Rio Amazonas. Décadas atrás, a água que penetrava o canal da Mendonça Júnior não estava contaminada; até se mergulhava lá. Hoje, com sua água escura contendo um nível significativo de coliformes fecais e muito lixo, aquele canal está poluído e levando essa podridão para o Amazonas. Dentro de algumas décadas, a poluição provavelmente se dará em toda a imensidão desse rio, caso as autoridades amapaenses não priorizem um real desenvolvimento do Estado, no sentido de melhorar a qualidade de vida da população; não esquecendo que é de fundamental importância, inclusive para o planeta, medidas e ações que tornem possível a preservação ambiental.

Se imaginarmos como será a qualidade de vida em Macapá daqui a alguns anos, estando o nosso precioso rio poluído por coliformes fecais, latas, papéis, metais, plásticos, vidros, pneus de carro, óleo diesel - imundícies que já figuram na sua paisagem, talvez nos encorajemos no presente, a tomarmos as atitudes necessárias em prol de um maior cuidado com a natureza, passando assim, a proteger e conservar nosso meio ambiente, com cada um fazendo a sua parte para tornar a cidade limpa, menos poluída e mais digna de ser habitada.

O mais preocupante é não vermos conscientização do Governo e nem da população amapaense, em relação ao processo de conservação dos recursos naturais do Estado. Não há campanhas de educação ambiental de grande porte e alcance promovidas nem pelo Governo, nem pela sociedade civil. Hoje no mundo, fala-se muito na biodiversidade da Amazônia, na importância da preservação do meio ambiente, no aquecimento global, etc.. No Brasil os discursos também são muitos, mas pouco se faz; como sempre, tudo se esvai na retórica dos políticos alardeando que alguma coisa está sendo feita, e de preferência, investindo dinheiro público em projetos ecológicos que serão inviabilizados pelo “cabide de empregos”, e pelo “desvio de verbas”.

A prioridade da maioria dos políticos que nos representa é a realização de seus projetos pessoais, figurando como objetivo principal a viabilização dos “seus ideais” de enriquecimento, fama e poder; e em detrimento de seus próprios interesses não promovem o bem comum. Através do voto delegamos a eles um grande poder sobre nosso presente e futuro, e empenhados em nossa labuta diária pela própria existência e a de nossos familiares, não nos dispomos a exigir-lhes um comportamento digno e adequado ao cargo de representantes do povo, tendo suas ações pautadas pelos interesses da comunidade. O Amapá é surrupiado desde o início de sua história, e continua a ser saqueado por alguns de seus filhos, chefiados por políticos corruptos e oportunistas vindos de outros estados brasileiros. Tomados por um grande sentimento de impotência diante de tanta corrupção, exploração, descaso, incompetência e dilapidação do erário, vamos perdendo nossa capacidade de indignação e nos tornamos indiferentes a essa realidade.

Tudo indica que o Governo do Amapá e a Prefeitura de Macapá, fazem de conta que o Estado se encontra em pleno desenvolvimento. Mas as prioridades parecem ser outras. Os caçambeiros que prestam serviços à Prefeitura completaram em janeiro de 2008, oito meses sem receber (Não há dinheiro!). A saúde pública do Estado se encontra em péssimas condições, com um número insuficiente de hospitais para atender o aumento populacional. Faltam profissionais suficientes para atendimento, aparelhos para exames, material cirúrgico, remédios. Os professores da rede pública sofrem com baixos salários, salas de aulas superlotadas, falta de material e equipamentos necessários a um bom desempenho do trabalho (Não há dinheiro!). O transporte público não atende as necessidades da população, e por ser ineficiente favorece o surgimento de remendos que levam perigo a vida das pessoas, como é o caso das moto-táxis.

A Fortaleza de São José de Macapá, que além de um importante ponto turístico é um patrimônio histórico e cultural do Amapá, passou a servir de palco para a realização de shows envolvendo multidão, com aparato de estrutura metálica, sonorização, iluminação, venda de comidas, bebidas, e cobrança de ingressos. O espantoso é saber que alguns desses eventos foram promovidos ou apoiados pelo próprio órgão do governo, encarregado de gerir a cultura no Estado. Não devemos preservar apenas o meio ambiente, mas o patrimônio cultural também.

Em detrimento das reais prioridades do Estado, Governo e Prefeitura resolveram gastar alguns milhões de reais no desfile da Beija-Flor de Nilópolis, no carnaval do Rio de Janeiro. Tal “investimento” foi para comemorar os dois séculos e meio da existência de Macapá, e mostrar ao mundo a maravilha que é nossa cidade. É óbvio que a verdadeira “Lixópolis da Amazônia” (frase do conterrâneo Chico Terra) não foi mostrada. Como também em relação ao festejo dos 250 anos, não se comemorou o baixo índice de desenvolvimento social, atingido ao longo da nossa história.

Saber que a Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis apresentaria Macapá na Marquês de Sapucaí, incendiou nosso “orgulho tucuju”. A cidade, eufórica, assistiu ao desfile pela televisão. Muitos amapaenses foram ao Rio de Janeiro para desfilar pela escola, ou participar da torcida no sambódromo. A escola se tornou campeã! E o Amapá ganhou?... A única certeza é que foi proveitoso para a Beija-Flor, pois conseguiu um bom patrocinador e fez do seu desfile um espetáculo de brilho, luxo e desinformação sobre o Amapá; e daqui pra frente seu carnavalesco, seu puxador de samba, batuqueiros, mulatas e passistas, através dos “laços criados com a cidade”, poderão vir com mais freqüência a Macapá ensinar como se faz carnaval, em troca de “polpudos” cachês. Na verdade quem ganhou foi o Rio de Janeiro, que mais uma vez se mostrou ao mundo através do seu carnaval. E nós, bem comportados e pacatos cidadãos amapaenses?

Bem... Vamos comemorar e depois voltar para casa, talvez com a nítida e incômoda sensação de que nada mudou. Mas ainda podemos tomar a “saideira” e ouvir mais um samba enredo. Não qualquer um, mas aquele do Chico e do Francis que diz:

“(...) Dormia a nossa pátria mãe tão distraída / Sem perceber que era subtraída / Em tenebrosas transações... Seus filhos (...) Levavam pedras feito penitentes (...) E um dia afinal / tinham direito a uma alegria fugaz (...) que se chamava carnaval (...) MEU DEUS, VEM OLHAR / Vem ver de perto uma cidade a cantar/A evolução da liberdade / Até o dia clarear... Ai, que vida boa olerê / Ai, que vida boa olará / O estandarte do sanatório geral vai passar.”

Passada a euforia, inevitavelmente retornaremos à rotina. Provavelmente curaremos a ressaca e prepararemos o fígado para o próximo porre. Continuaremos curtindo a brega do momento, e passaremos o ano inteiro de 2008 comemorando os 250 anos da nossa querida Macapá. “E assim vão passando os anos... ÊTA QUE VIDA BOA”.

Joaquim França, maestro amapaense. Reside atualmente em Brasília.
Brasília, 06/02/2007



 Escrito por humbertocmoreira às 07h23 [] [envie esta mensagem] []






NO AMAPÁ PODE

     A proibição de venda de bebidas nas estradas federais está dando a maior confusão. Nem mesmo a Polícia Rodoviária sabe como atuar no caso. Na nossa BR existe um sem número de bares na beira da estrada. O motorista para e pede logo uma latinha. Como é que vai ficar?

 Escrito por humbertocmoreira às 13h59 [] [envie esta mensagem] []






AGORA VAI

       Pronto! Finalmenter acabou o carnaval e dizem que as coisas aqui só acontecem depois do lunfa lunfa de Momo. Que seja. Bem que Macapá, que foi homenageada e tudo, precisa de uma arrumação geral. Como o ano é eleitoral e a gente vai escolher um novo prefeito, tomara que a população entenda que um erro nos remeterá a mais quatro anos de sofrimento.

 Escrito por humbertocmoreira às 13h54 [] [envie esta mensagem] []






ANGU DE CAROÇO

     Ô raça! Esse negócio dos cartões corporativos,deve render CPI. Imagina a genter pagando um porrilhão de imposto e os caras gastando à vontade na nossa cara. O governo não quer saber de CPI porque se mexer nesse angu ainda vai aparecer muito caroço. Depois o Lula vai dizer que não sabia de nada. Por sinal que antes do fim do mês ele vem ao Amapá para encontrar com o presidente da França no Oiapoque. Eles vão tratar da construção da ponte ligando o Brasil à Guiana.

 Escrito por humbertocmoreira às 13h49 [] [envie esta mensagem] []






IMPÉRIO E SOLIDARIEDADE

      Aqui em Macapá um resultado surpreendente, mas merecido. Império do Povo levou para Santana o título do carnaval homenageando os 250 anos da cidade. Foi o primeiro título da escola. O segundo grupo foi vencido pela Escola de Samba Solidariedade, homenageando Aracy Mont'alverne. A escola do bairro Jesus de Nazaré estava linda. Parabéns



 Escrito por humbertocmoreira às 07h35 [] [envie esta mensagem] []






BEIJA FLOR É CAMPEÃ HOMENAGEANDO MACAPÁ

Cerca de 15 mil lotam quadra da Beija-Flor para comemorar título
 

AE

Neguinho da Beija-Flor (à esq.) exibe o troféu conquistado

A informação é do presidente da Beija-Flor, Farid Abraão David. A quadra da escola tem capacidade para 10 mil pessoas, e conta também com uma área externa para cinco mil. A sede da Beija-Flor fica em Nilópolis, município do Rio.

 Para dirigentes e membros da Beija-Flor, a vitória deste ano acabou com rumores de “roubo” em 2007. Os integrantes da diretoria e membros da escola comemoraram o bicampeonato do carnaval carioca 2008, conquistado na apoteose. O intérprete Neguinho da Beija-Flor dedicou o título à comunidade. Segundo ele, "a escola é a principal atividade cultural em Nilópolis".

 

Neguinho declarou  que não pretende sair nunca da agremiação.  “Estou indo para as  bodas de brilhante com a Beija-Flor. Já ganhei 11 títulos com ela”, disse. Com o de 2008, a escola possui um total de 12 títulos. É o quinto em seis anos.

 

O intérprete elogiou ainda o presidente de honra da escola, Aniz Abraão David, o Anísio. “Ele é o pai de Nilópolis”, afirmou. Anísio era o presidente da Beija-Flor, mas foi substituído por seu irmão e prefeito do município, Farid Abraão David, após ter sido preso na Operação Furacão da Polícia Federal, em 2007. Ele é acusado de envolvimento com o jogo ilegal e está solto devido a um habeas-corpus.

 Anísio também acompanhou a apuração da Apoteose e vibrou com o título. “Agora o coração já voltou à batida normal, mas estava muito acelerado”, declarou. 

AE
Público na Apoteose acompanhou a apuração

 Gilson Doutor, um dos compositores do samba-enredo, além de comemorar o bicampeonato, também acha que ele serviu para acabar com boatos de favorecimento. Para ele, essa é “uma resposta” às acusações de que o título do ano passado foi  “roubado”.

 Doutor explicou que fez o samba com mais quatro compositores, que receberam do carnavalesco os pontos de Macapá – cidade homenageada pela escola - que deveriam ressaltar. Segundo ele, os cinco se reuniram durante um mês para escrever a música.

O Governador do Amapá, Antônio Waldez Góes da Silva, cuja capital Macapá foi homenageada pela escola, também esteve presente na comemoração.

A Beija-Flor venceu o carnaval carioca 2008 com 399.3 pontos (dos 400 possíveis) e conquistou o bicampeonato no Rio de Janeiro. Já a Salgueiro ficou em segundo lugar, com 398 pontos, e a Grande Rio levou o terceiro, com 396.9 pontos.  

Macapá, o "meio do mundo"

 A agremiação desfilou na Marquês de Sapucaí com a já conhecida disposição e alegria, empurrada pela voz do intérprete da escola, Neguinho da Beija-Flor.

 

 Mesmo sendo a última a se apresentar, a escola não deixou ninguém parado nas arquibancadas, cantou e sambou com louvor, encerrando com muitos méritos o carnaval brasileiro.

 

Com o enredo “Macapaba equinócio solar, viagens fantásticas do meio do mundo” a escola homenageou as lendas e crenças da cidade de Macapá que completou 250 anos nesta segunda-feira.

 Tudo foi lembrado, até a pororoca, fenômeno que ocorre quando as águas do mar se encontram com as doces.

 A bateria mais uma vez foi um show a parte, com batidas que ficaram no mesmo ritmo todo o tempo. Sem demonstrar sinais de cansaço apesar da hora adiantada, o público interagiu o tempo todo com a escola, muitos deles cantando o samba-enredo, já na ponta da língua.

 A escola provou porque é uma das mais tradicionais escolas de samba

AFP
Destaque da escola
do País. Com um desfile tecnicamente perfeito e que animou as arquibancadas, a Beija-Flor conquistou o bicampeonato.

 Neguinho da Beija-Flor afirmou que no samba-enredo do ano que vem a escola pretende falar sobre Angola.

 

São Clemente cai

 Com 387.5 pontos a São Clemente teve a pontuação mais baixa das 12 escolas que desfilaram pelo Grupo Especial do carnaval do Rio de Janeiro. No ano de 2009, a escola deve desfilar pelo Grupo de Acesso.

No início da apuração foi anunciado que a São Clemente perdeu 0.5 pontos por apresentar uma componente com a "genitália à mostra". A modelo Viviane Castro, de 25 anos, desfilou com um tapa-sexo de apenas 4 centímetros.



 Escrito por humbertocmoreira às 07h28 [] [envie esta mensagem] []






JÁ ERA

               

            Camarão bonito assim só vai dar pra ver na fotografia. O crustáceo está custando o olho da cara. Um quilo de camarão está mais caro que um quilo de filé. Vê se pode. E camarão já foi comida de pobre. Bem explicado: Já foi.

 

 

 

 



 Escrito por humbertocmoreira às 08h40 [] [envie esta mensagem] []






VELHOS PARCEIROS

   Meu amigo e compadre Zeca Mon'alverne um dos melhores violonistas que eu conheço. Hoje estaremos no programa da TV Record falando do conjunto "Os Cometas".



 Escrito por humbertocmoreira às 08h09 [] [envie esta mensagem] []






SAUDADES

Neste domingo será realizada a missa de um ano de falecimento da Dona Dulce Moreira. Minha mãe está fazendo muita falta. Ela deixou aqui um exemplo de vida. A missa será na igreja Nossa Senhora de Fátima às 19 horas.

DULCE MOREIRA



 Escrito por humbertocmoreira às 07h49 [] [envie esta mensagem] []






TURISTAS

     Transatlântico aporta hoje em Macapá. Turismo internacional em alta no ano dos 250 anos de Macapá. É bom receber os gringos com coisas da terra. Na última vez que um navio de turistas aportou em Santana, foi recebido por um grupo musical tocando carimbó. Nada contra o folclóre paraense, mas a música daqui é o marabaixo. É por essas e outras que...



 Escrito por humbertocmoreira às 07h29 [] [envie esta mensagem] []




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